quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Único de um clube de Fafe: Edu (Pica) na Selecção de Braga

Redacção
O médio da ACD Pica, Edu, foi convocado para integrar um treino com a Selecção Distrital de Seniores de Braga, que se realiza no próximo dia 12 de Novembro, terça-feira, às 19H30, no Campo de Jogos de Sobreposta, em Braga.
Refira-se que Edu, é o único representante da referida Selecção que alinha num clube do concelho de Fafe.
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Parabéns Grupo Nun'Álvares...BEM-HAJA

Hoje, 06 de Novembro de 2019, é dia de
aniversário do Grupo Nun'Álvares, Fafe, que celebra a bonita idade de 87 anos.
Assim, pelas 19H00, será celebrada na
Igreja Nova de S. José, uma missa em memória de todos os associados e amigos já
falecidos.
Segue-se posteriormente uma sessão
solene que visa a entrega de vários galardões, sobressaindo a entrega de
emblemas de 25 e 50 anos de associados.
Em meu nome pessoal e ainda como responsável pelo blogue FafeDesportivo, desejo os maiores parabéns e felicidades a esta Mui Nobre Instituição fafense que, ao longo
de tantos anos, tem sido uma grande escola de vida, não só na vertente
desportiva mas também educativa, associativa e cultural.
Abel Castro
AK Fafe excelente entre mais de 300 praticantes de todas as idades

Redacção
Teve lugar em Matosinhos,
mais um treino da seleção nacional da SKIPortugal e a realização da I Jornada
da Liga Soshinkai, que já conta com a sua terceira edição. Um excelente exemplo
de organização e rigor.
Com a presença de mais de
três centenas praticantes de Dojos de Norte a Sul do país, com idades entre os
5 aos 60 anos, onde o espírito saudável da competição, aliada a um crescente e
acentuado nível técnico fez deste evento um sucesso.
A AKFafe esteve presente e
obteve excelentes resultados na primeira prova associativa da época, sob a
égide da SKI-P (Shotokan Karate Internacional – Portugal), fazendo-se
representar com 30 competidores, pelos árbitros Jorge Gomes e Ana Pratas e
pelos treinadores Sónia Marinho, Verónica Costa e Dinis Pires.
A AKFafe obteve excelentes
resultados na primeira fase da liga e sob na classificativa.
Resultados dos Akfafenses:
Kata
(Formas)
Infantil
Feminino: Primeiro lugar: Lara Castro; Terceiros Lugares:
Mariana Lopes e Iris Freitas
Infantil
Masculino: Segundos Lugares: Gonçalo Mota; Terceiros Lugares:
Daniel Lopes, João Francisco, Tiago Costa, Duarte Fernandes, Francisco Ramos e
Ricardo Ramos Oliveira
Iniciados
Masculino: Segundo lugar: Dinis Araújo; Tiago Melo; Tiago
Fernandes; Terceiro lugar: Miguel Ferreira
Iniciados
Femininos: Terceiros Lugares: Beatriz Nogueira e Carla Ferreira.
Juvenil
Masculino: Segundo Lugar: Diogo Lemos; Terceiro lugar: Francisco
Carvalho
Juvenil
Feminino: Terceiro Lugar: Catarina Pinto
Cadetes
Feminino: Primeiro Lugar: Gabriela Durães; Terceiro Lugar: Beatriz
Sousa e Lucie Pinto
Cadetes
Masculinos: Segundo Lugar: Diogo Araújo
Juniores Femininos; Primeiro Lugar:
Andreia Rodrigues; Terceiros Lugares: Adriana Oliveira Margarida Martins e
Francisca Silva.
Seniores
Masculinos: Terceiro Lugar: Maurício Domingues
Seniores
Femininos: Primeiro Lugar: Cristina Lopes Veteranos Femininos: Segundo Lugar: Maria José Lopes
Kumite
(Combate)
Juvenil
feminino: Terceiro Lugar: Catarina Pinto
Juvenil
masculino: primeiro lugar: Francisco Carvalho +50 Kg; Terceiro
Lugar: Diogo Lemos – 50 Kg
Cadetes
Feminino: Primeiro Lugar: Gabriela Durães; Terceiro Lugar:
Beatriz Sousa, Clarisse Mendes e Lucie Pinto
Cadetes
Masculinos: Terceiro Lugar: Diogo Araújo – 60 Kg
Juniores
femininos: Segundo Lugar: Margarida Martins; Terceiros Lugares:
Andreia Rodrigues, Adriana Oliveira e Francisca Silva.
Juniores
Masculinos. Segundo Lugar: Sérgio Moniz +65 Kg
Seniores
Masculinos: Terceiro Lugar: Maurício Domingues – 70 Kg
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Fafense Rui Rampa em Grande Entrevista; "O meu ídolo é o Cristiano Ronaldo"

Fonte: FUTEBOL ÉPICO
A
página Futebol Épico continua na sua senda de entrevistas e, na de hoje,
viajámos até ao Distrito de Vila Real, para entrevistarmos Rui Rampa, jogador
de 27 anos do Juventude de Pedras Salgadas, a quem desde já agradeço a
disponibilidade e a amabilidade em conceder esta entrevista.
FE – Olá Rui, fale-nos um pouco sobre o Juventude de
Pedras Salgadas.
Olá,
desde já saudar a página “Futebol Épico”, bem como todos os seus seguidores e
agradecer esta oportunidade, com votos de muitos sucessos e crescimento.
RR
– O Juventude de Pedras Salgadas é um clube com tradição pelos campeonatos
nacionais, já que tem conseguido permanecer a este nível há uns bons anos. É um
clube que representa uma vila, mas carregado de gente boa e muito humilde.
FE – O Juventude de Pedras Salgadas disputa a Serie A
do Campeonato de Portugal. Quais são os objetivos do clube para esta temporada?
RR
– Os objetivos do Pedras para esta temporada é conseguir, o mais rápido
possível, a manutenção neste campeonato cada vez mais competitivo, sabendo que
a luta será intensa até ao fim, mas conscientes que temos capacidade para
atingir esse objetivo. Estamos também na Taça de Portugal e o objetivo é chegar
o mais longe possível. Neste momento atingimos a 4.ª eliminatória, um feito
histórico para o clube, que desde então nunca tinha chegado tão longe nesta
competição.
FE – Neste momento, ao fim de 9 jornadas, o Juventude
de Pedras Salgadas é 13.º classificado com 2 vitórias, 5 derrotas e 2 empates,
com 8 golos marcados e 17 golos sofridos. Como viu estas 9 primeiras partidas
da sua equipa?
RR
– Tivemos um início de época difícil, tanto a nível de calendário, como de
mexidas no plantel, como de resultados desportivos. Começamos o campeonato com
3 derrotas consecutivas e derrotas algo pesadas e sabíamos que tínhamos de
mudar a nossa maneira de abordar os jogos e ser mais maduros. Contamos também
com a entrada de alguns jogadores e recuperação de jogadores importantes que
estavam aleijados e a equipa melhorou e está a melhorar. Estamos mais consistentes
defensivamente e estamos a começar a amealhar pontos que é o mais importante.
Neste momento estamos há 3 jogos seguidos para o campeonato sem sofrer golos,
conseguimos 7 pontos nos últimos 3 jogos e isto só vem demonstrar a evolução
que a equipa está a ter, porque esta equipa foi construída de raiz e toda a
gente que anda no futebol sabe que é preciso tempo para os jogadores se
adaptarem entre si e se adaptarem ao modelo do treinador. Tem de haver uma
simbiose perfeita e nós estamos a trabalhar para atingir essa perfeição.
FE – Na oitava jornada o Rui ajudou a sua equipa a
vencer o Cerveira por 0-1 e foi eleito para o melhor onze da semana. Fale nos
um pouco sobre esse jogo (e a sua exibição) e o que sentiu ao ver o seu nome em
destaque.
FE – Na oitava jornada o Rui ajudou a sua equipa a
vencer o Cerveira por 0-1 e foi eleito para o melhor onze da semana. Fale nos
um pouco sobre esse jogo (e a sua exibição) e o que sentiu ao ver o seu nome em
destaque.
RR
– Foi um jogo em que o destaque vai para o grupo. Foi um jogo de muita luta,
muita entreajuda, foi um jogo para homens de garra e que fomos coroados com a
vitória e 3 importantes pontos. O facto de ter sido eleito para o melhor onze
da jornada só vem comprovar o que já referi, e só foi possível porque tive
muita ajuda dos meus colegas.
Relativamente
à minha exibição, tentei deixar tudo em campo como tento sempre, umas vezes
melhor e outras pior, mas faz parte e consegui ajudar a equipa a ganhar, sem
sofrer golos e isso sem dúvida é o mais importante.
Ver
o nosso nome em destaque é sempre bom e gratificante. Quem não gosta de ver o seu
trabalho reconhecido? Seria hipocrisia da minha parte desvalorizar isso, mas
sobretudo prefiro “usar” este reconhecimento como uma forma de me motivar e
trabalhar ainda mais, para continuarmos na senda das boas exibições e
consequentemente bons resultados
FE – Na sua formação, o Rui deu os primeiros passos ao
serviço do Desportivo Ases de São Jorge, tendo depois terminado a sua formação
no Fafe. O que recorda desses tempos?
RR
– Recordo esses tempos com muita alegria e saudade. Na formação aprendi a jogar
e aprendi a ser Homem, cresci muito e com grande pessoas, com grandes
treinadores, grandes diretores e grandes jogadores. Nos Ases de São Jorge tive
a maior parte da minha formação, passei lá cerca de 6 ou 7 anos e no Fafe os
últimos 3 anos de formação. Desportivamente os melhores anos foram no Fafe,
onde fomos campeões da 1.ª divisão distrital de Juvenis e consequente subida
aos campeonatos nacionais e em Juniores por 2 anos consecutivos disputamos a
fase de subida para a 1.ª divisão nacional, onde por alguma infelicidade nunca
conseguimos atingir esse patamar. Os Ases de São Jorge eu diria que foram a
minha 2.ª casa, que viram crescer desde pequenino, até me abrirem os braços e
me lançarem para outros campeonatos.
FE – Já como sénior representou clubes como Pica, Arões, Vieira e Maria da Fonte. Conte-nos como foi esse percurso.
FE – Já como sénior representou clubes como Pica, Arões, Vieira e Maria da Fonte. Conte-nos como foi esse percurso.
RR
– Um percurso sempre por clubes da Associação de Futebol de Braga, só este ano
saí desse registo.
Foi
um percurso sempre com os pés bem assentes na terra, onde a minha prioridade
não era só o futebol, mas também os estudos.
O
meu primeiro ano como sénior foi no Pica, um clube que disputa a 1.ª divisão
distrital da AF Braga, um clube que me acolheu muito bem e o qual achei melhor
para a minha integração no futebol sénior. Seguiram-se clubes da divisão
Pró-Nacional da AF Braga, primeiro o Arões, no qual conseguimos uma subida de
divisão para o, na altura denominado “Campeonato Nacional de Seniores”, depois
segui para o Vieira onde fiz uma boa época, cumprindo quase todos os jogos da
temporada e depois fui para o Maria da Fonte, onde tive uma lesão grave e não
cumpri tantos jogos quanto gostaria. Depois tive a minha primeira experiência
em campeonatos nacionais pelo Arões, em que o objetivo era a manutenção, mas
devido a vários fatores não conseguimos e fomos relegados para os campeonatos
distritais. Cumpri mais uma época no Arões e este ano rumei ao Pedras Salgadas.
FE – No futebol há sempre uma situação curiosa ou uma
história para contar. Há algum episódio que tenha vivido que queira partilhar
com os nossos seguidores?
RR
– Existem sempre inúmeras histórias/brincadeiras/expressões no futebol.
Recordo-me de uma época, em que no final dos treinos tínhamos sempre sumo para
beber. Um dia, quando quase todos já tinham bebido, 2 ou 3 jogadores
lembraram-se de juntar champô ao sumo e misturaram tudo para o próximo que
fosse beber tivesse uma surpresa algo desagradável, porém para nosso infortúnio
a pessoa que a seguir foi beber o sumo foi o nosso presidente. No treino
seguinte levamos um raspanete dos grandes, e com razão, no entanto no seio do
grupo a situação foi muito engraçada.


FE – O Rui é defesa central. Como se descreve enquanto
jogador?
RR
– Considero-me um jogador algo rápido, com bom jogo aéreo, com capacidade
de sofrimento e de muita luta. Procuro sempre ajudar os meus colegas, deixando
tudo em campo por eles. O que me deixa mais satisfeito é ganhar sem sofrer
golos.
FE – Na nossa Liga NOS, há algum defesa central em
quem se reveja?
RR
– Gosto muito do Rúben Dias, pelo espírito lutador e gosto muito do Mathieu,
pela classe e pela sua tranquilidade.
FE – Qual seria o clube dos seus sonhos?
RR
– Sporting Clube de Portugal
FE – Por fim, uma curiosidade: quem é o seu ídolo no
mundo do futebol?
RR
– O meu ídolo é o Cristiano Ronaldo, por tudo aquilo que trabalhou para chegar
ao patamar que chegou. Um verdadeiro exemplo!!
Em meu nome pessoal e em nome dos seguidores da página
Futebol Épico, agradeço a sua disponibilidade, desejando-lhe as maiores
felicidades pessoais e profissionais!
Se ainda não conhece este projeto que está a dar que
falar nas redes sociais, junte-se a nós no facebook em Futebol Épico.
domingo, 3 de novembro de 2019
AD Fafe 3 - 1 União da Madeira - Regresso às vitórias em tarde chuvosa...

Fonte: ADF
A AD Fafe recebeu no Estádio Municipal de Fafe a
equipa insular do União da Madeira, debaixo de uma forte chuva que se fez
sentir durante toda a tarde.
Entrou muito bem a equipa Justiceira, e logo no primeiro minuto de jogo, Carlos Freitas cruza o esférico para a grande área onde aparece Malik para cabecear mas acabou por não acertar na bola.
Volvidos 4 minutos, o protagonista é o mesmo da jogada anterior, Malik, a desperdiçar um passe exemplar de James que frente a frente com o guardião adversário permite a defesa do mesmo com as pernas.
Aos 10 minutos, é a vez de Nei tentar a sorte, com um remate forte mas o esférico acaba por embater num adversário e a chegar às mãos do guardião do União da Madeira.
Só aos 13 minutos de jogo é que a equipa insular consegue acercar-se da baliza de Pedro Freitas, através de um remate forte mas que passou ligeiramente ao lado da baliza.
Os Justiceiros insistiam por todos os lados, e aos 18 minutos, é Malik a rematar forte mas o esférico a ir às malhas laterais.
2 minutos depois, o esférico acaba mesmo por entrar na baliza, com uma visão de jogo perfeita de Cláudio Ribeiro que faz um passe exímio para o capitão Tiago Nogueira que não tem meias medidas e atira para o fundo da baliza inaugurando o marcador.
Aos 28 minutos, num livre a beneficiar a equipa insular, acaba por surgir um remate forte mas muito por cima da baliza de Pedro Freitas.
Chegávamos à meia hora de jogo e é Malik novamente com um boa oportunidade para fazer golo. Contudo, não é egoísta e passa o esférico a Cláudio Ribeiro que remata forte e ainda obriga o guardião adversário a defender para canto.
Já perto do intervalo, aos 38 minutos, o União da Madeira consegue mesmo chegar à igualdade no marcador através de um canto.
Com uma igualdade no marcador as equipas recolhem aos balneários.
Os Justiceiros entraram um pouco tímidos na segunda metade, e aos 48 minutos, numa falta mesmo à entrada da área, beneficiam de um livre perigoso mas o esférico acabou por sair por cima do travessão.
Aos 53 minutos, o União da Madeira volta a ameaçar a baliza de Pedro, com um remate forte que Zé Oliveira conseguiu bloquear.
Malik, tanto ameaçou a baliza adversária que aos 68 minutos acaba mesmo por ser feliz e consegue colocar novamente os Justiceiros em vantagem no marcador ao interceptar de cabeça um cruzamento de Ofori.
O segundo tento da equipa da casa veio trazer alguma apatia ao jogo, com a AD Fafe a não procurar expor-se demasiado ao erro e o União da Madeira a não conseguir dar seguimento a movimentos ofensivos que pudessem resultar no empate.
Com alguma naturalidade, um terceiro golo justiceiro acabou mesmo por surgir ao cair do pano. Desta feita foi Chico que, em resposta a cruzamento certeiro de Tiago Nogueira, recebeu a bola em frente à baliza e rematou sem piedade para selar de vez o resultado.
A equipa de Ricardo Silva regressa assim às vitórias no campeonato, olhando agora com atenção para a longa deslocação da próxima semana até à Madeira, onde os fafenses medirão forças com o Câmara de Lobos.
sábado, 2 de novembro de 2019
Vilaverdense FC, 2 - Arões SC, 2 - Vitória fafense escapou no fim...

Fonte: Desp. Vale do Homem
O Vilaverdense FC empatou, este sábado, em casa, frente ao Arões, a duas
bolas.
A equipa fafense, que jogou com menos um jogador
desde os 22 minutos, por expulsão de Maurício, colocou-se em vantagem aos sete
minutos num golo de Pato e aumentou para 0-2 em cima do descanso num remate de
Capela.
Com dois golos de desvantagem, o Vilaverdense FC
carregou na segunda etapa, conseguindo um boa reacção. Aos 60 minutos, Rui
Gomes reduziu para 1-2.
O golo da igualdade chegaria já em cima do final,
aos 90 minutos, apontado por Pepe.
Ficha de jogo
Jogo no Campo da Cruz do Reguengo – Vila Verde
Árbitro: Nuno Senra, assistido por José Mesquita e
Ricardo Pinto.
Vilaverdense FC
Paulinho; Miguel Dias (Pedro Pereira, 55’), Diogo
Novo, André Araújo (Márcio Sousa, 85’), Pedro Araújo, Gama, Jonas, Paulo
(Ricardo Silva, 46’), Pepe, Eduardo e Rui Gomes
Arões SC
Marçal, Paulinho, Capela, Maurício, Rafa Lopes,
Ferreira, Pato, Lousada (Costa, 78’), Gil (Raimundo, 89’), Agostinho e Thárcio
(Korta, 64’)
Golos: 0-1, Pato (7’); 0-2, Capela (45’); 1-2, por
Rui Gomes (60′);: 2-2, Pepe (90′)
Amarelo a Marçal (66’), Gil (80’)
Vermelho directo a Maurício (22’)
GD Fareja 6 - S.Tiago Pinheiro 3 - Com "Bis" de Fabinho e Miranda

Fonte: Fareja TV
GD Fareja: Gaipa, Fi, Adolfo, Miranda, Ricardo, Pizzi, Joel,
David(75m Tiago) Tuxa( 80m Ricardo) Maia( 70m Zé Pinto)
Rescaldo pelo nosso mister Tony Machado.
"Fareja entrou a todo gás marcando aos 12m por Joel.
O S.Tiago empatou aos 19m, depois o redes é expulso por
defender com as mãos fora da área até ao intervalo o Fareja teve duas a três
situações para marcar. No intervalo corrigimos os posicionamentos no meio campo
para ganhar as segunda bolas e entramos com mais força e tentar
dar a volta e aos 47m Fabinho marca logo de seguida marcamos o 3-1 através de
Miranda de canto o S.Tiago com um cruzamento para a área marca o 3-2 tivemos de
voltar ao jogo e marcamos por Tuxa 4-2 um desentendimento com o redes Miranda
ofereceu o 4- 3 mas quem não erra.
o S.Tiago acreditou que poderia empatar mas o
Fareja com Fabinho inspirado volta a facturar 5-3.
Ate ao final surge o 6-3, Miranda com uma tarde
para recordar.
O Fareja criou muitas
situações para finalizar e ampliar o score mas o S.Tiago com bolas para dentro
da área a jogar mais direto criou alguns calafrios a defesa do Fareja.
Um obrigado aos nossos simpatizantes e sócios pelo vosso apoio".
Um obrigado aos nossos simpatizantes e sócios pelo vosso apoio".
0-7 - Exibição de gala com hat-trick de Martinha...

Por: Abel Castro
Numa
exibição de gala, as Embaixadoras seniores do Nun'Álvares venceram de forma
folgada em Chaves por sete bolas a zero o Grupo Desportivo local.
Literalmente
superiores em todos os aspectos, as Condestáveis adiantaram-se no marcador aos
4 minutos por intermédio de Loira.
Martinha,
que fez um hat-trick, ampliou para 0-2 aos nove, com Telma a colocar chapa três
aos 15 minutos.
Sempre
em superioridade, o GNA fez o quarto golo por Joana Almeida aos 19 com
Leninha em cima do mesmo minuto a fazer o 0-5, resultado que se
verificava ao intervalo.
A
segunda metade foi mais de gestão, com as Embaixadoras a marcar mais dois golos
até ao final.
Martinha
aos três minutos da segunda metade elevou para 0-6, tendo a mesma colocado o
resultado final em 0-7 a um minuto do final.
Após
alcançar a sua segunda vitória, a equipa fafense recebe no próximo
fim-de-semana o Águias de Santa Marta, equipa que viaja desde Penafiel.
Carlos Vieira vence no Autódromo Internacional do Algarve...

Por Ricardo S. Araújo
Motor 24
CRÓNICA:
O dia em que Carlos Vieira renasceu
O episódio que mudou a
vida de Carlos Vieira na Marinha Grande, em junho de 2018, é bem conhecido de
todos os adeptos do automobilismo em Portugal. Um grave acidente no Rali
Vidreiro atirou-o para uma cama de hospital e para um cenário de incerteza
quanto à sua plena recuperação, não para o desporto, porque esse é secundário
nestas circunstâncias, mas para a vida diária, para as coisas mais simples do
quotidiano. Carlos Vieira não se lembra, mas a rápida ação dos médicos da
prova foi o primeiro passo de um longo, longo caminho. Um caminho que ainda não
acabou, mas que teve um momento muito especial este sábado, no Autódromo
Internacional do Algarve, na corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade de
Clássicos.
O
quadro parecia ter sido pintado pelos deuses do automobilismo: uma pista
fabulosa, daquelas que distinguem os homens dos meninos, um Ford Escort RS
propositadamente evoluído e alargado para o Grupo 5, só “para me poder divertir
com o Porsche do João Macedo Silva”, e um asfalto húmido que permitiu minimizar
o poderio do famoso Porsche RSR laranja que domina as corridas de Clássicos em
Portugal. Macedo Silva arrancou da pole position, mas um pião deixou o Escort
RS na frente de todo o pelotão ainda na primeira volta… e já mais ninguém parou
Carlos Vieira.
A partir de determinada
altura, o antigo campeão nacional de Ralis corria contra si próprio, contra os
seus limites, contra os fantasmas de um passado que quer deixar a muitas voltas
de distância. Porque as voltas num circuito são como as voltas da vida: há
altos e baixos, há dificuldade e superação, há lágrimas e risos. E, um ano e
meio depois, Carlos Vieira voltou a sorrir no preciso momento em que aquela
bandeira de xadrez voou à sua frente.
“Estou
muito contente por ter voltado”, referiu com a
simplicidade e a honestidade que lhe renderam uma multidão de adeptos nas
corridas, fato completamente branco, olhos no infinito, uma coragem quase tão
grande na pista como fora dela. As memórias sobre o momento que mudou tudo são
sinapses apagadas para sempre: “Não me
lembro de nada. O cérebro apagou completamente o que aconteceu a partir do
arranque para aquele troço. Só me lembro de pormos os capacetes, a partir daí
nada. O coma… só me lembro de acordar no hospital, com as lesões que tinha e
com dores sobre-humanas. Uma coisa indescritível, algo que não desejo aos meus
inimigos, apesar de não os ter. É realmente desumano o que passei e o que ainda
estou a passar, porque recuperei muito neste ano e meio mas faço todos os dias
fisioterapia e ainda tenho muitas dificuldades motoras. Sei que nada vai ser
igual, mas consegui recuperar e estar onde gosto de estar. A vida profissional
voltou a ser igual há já um ano. A parte física e de mobilidade, vou
recuperando. Vamos ver até onde é que vai”, atirou antes de se afastar para
saborear a vitória em privado. Uma vitória sobre o destino.














