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sábado, 26 de agosto de 2017

Árbitro fafense Jorge Ferreira exige reintegração!


Fonte: Record

Das alegações apresentadas por Jorge Ferreira, o CJ deu-lhe razão numa: a incompatibilidade de Paulo Costa, vice-presidente da Secção Não-Profissional do CA e irmão do árbitro Rui Costa (que ‘concorria’ com Jorge Ferreira) num "grupo de assessores que emitiu pareceres técnicos que serviram de suporte às classificações".


O CJ concordou que Paulo Costa "estava impedido de intervir em processos em que tivesse interesse o seu irmão Rui Costa". Por isso, e de acordo com a Secção de Classificações, até saía da sala "quando estava em causa a apreciação de vídeos relativos a arbitragens efetuadas pelo seu irmão". Mas o CJ considerou que o "impedimento não se restringia" a estes jogos, pois Rui Costa "tem interesse na generalidade das classificações", "inclusivamente nas cinco situações em que foi alterada a classificação" de Jorge Ferreira.



Esta incompatibilidade não se aplicaria caso o CA tivesse provado que não houve qualquer prejuízo para Jorge Ferreira da participação de Paulo Costa nas referidas reuniões, mas o CJ diz que não havia "qualquer documento do CA que contenha os teores dos pareceres emitidos pelos assessores".

Ora, conforme garantiram a Record, a Secção de Classificações tinha mesmo esse registo e usou-o para reavaliar a nota de Jorge Ferreira. Dos cinco jogos em causa, foi retirada a opinião de Paulo Costa sobre os diversos lances; houve mudanças na avaliação em três partidas, o que levou à tal subida de 4 milésimos na nota final.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Caso Jorge Ferreira: Veja a resposta dos Super Dragões...




Futebol Portugal
A claque Super Dragões, de apoio ao FC Porto, rejeitou hoje, em comunicado, qualquer intenção em molestar o árbitro Jorge Ferreira, contrariando as queixas deste, tornadas públicas pelos seus advogados na terça-feira. Queixas que se referem, aos elementos da claque terem ido ao estabelecimento de restauração do pai do árbitro para jantar, tendo o pai de Jorge Ferreira recusado servir-lhes o jantar por serem 21:30h.
“Como é mais do que evidente, Jorge Ferreira pode estar absolutamente tranquilo, pois jamais nos passou pela cabeça molestá-lo, bem como a sua família ou amigos”, refere a nota, publicada na rede social Facebook, onde recorda que “se a memória não falha, o único árbitro da 1.ª categoria alguma vez agredido foi Pedro Proença no centro comercial Colombo.”
A direção dos Super Dragões rejeita ver o seu nome associado a este tipo de situações e avisa: “Caso se confirmem as diversas queixas que vamos ouvindo e lendo, até agradecemos que as mesmas subam alguns degraus, e que o senhor árbitro peça junto da Polícia Judiciária que o seu telefone fique sob escuta, não vá existir alguém que se faça passar por nosso elemento e o incomode”.
O árbitro Jorge Ferreira, da Associação de Futebol de Braga, emitiu um comunicado terça-feira, assinado pelos seus advogados, em que se queixa de intimidação e se diz ameaçado na sequência da presença de elementos da claque Super Dragões, afeta ao FC Porto, no restaurante do seu pai, em Fafe.
O juiz foi alvo de muitas críticas desde que assinalou uma grande penalidade a favor do Benfica, sexta-feira, em Paços de Ferreira, da qual resultou o segundo tento ‘encarnado’, que desempatou o encontro (1-3, resultado final), aos 45+2 minutos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Reacção: Árbitro Jorge Ferreira pede «gente respeitadora e educada a comentar o futebol»

Fonte: A Bola

Jorge Ferreira pede «gente respeitadora e educada a comentar o futebol»

O árbitro Jorge Ferreira emitiu um comunicado em que responde às acusações de que foi alvo na sequência da arbitragem no Paços de Ferreira-Benfica, do último fim-de-semana.

O juiz da Associação de Futebol de Braga classificou de «calúnias e falsidades» as insinuações que o ligaram à Casa do Benfica de Fafe que levaram a claque do FC Porto, os “Super Dragões” ao restaurante de seu pai naquela localidade «com o intuito de intimidar, coagir, ameaçar, insultar, difamar e condicionar» Jorge Ferreira.

Comunicado:

O clima de crispação que se vive actualmente no futebol nacional, e que é diariamente fomentado por dirigentes desportivos, comentadores televisivos que intervém em representação dos clubes denominados “grandes”, treinadores e outros atores desportivos, que apoiados numa comunicação social que visa o aumento dos “shares” e a “venda” do seu produto, sem olhar a meios e consequências, coloca em causa a dignidade, a honra, o profissionalismo e a carreira, daqueles que acabam envolvidos, apenas porque por dever de ofício intervém no “espectáculo” que é o futebol.

Nesse contexto, Jorge Ferreira, conhecido árbitro de futebol, foi “protagonista”, por razões que bem dispensava, na sequência de uma arbitragem que efectuou ao jogo de futebol Paços de Ferreira-Benfica.
E a verdade é que, na sequência de insinuações, de calúnias, de falsidades que, nomeadamente o ligam à Casa do Benfica de Fafe, “incendiaram” alguns sentimentos clubísticos contra a sua pessoa, ao ponto de um grupo conhecido por integrar a claque dos “Super Dragões”, se ter dirigido a Fafe, ao restaurante propriedade do seu pai, com o intuito de intimidar, coagir, ameaçar, insultar, difamar e condicionar Jorge Ferreira.

Nesse contexto e após tudo quanto entretanto se referiu, quer Jorge Ferreira, deixar expresso o seguinte:

1-Está de consciência absolutamente tranquila quanto às arbitragens que ao longo da sua carreira efectuou, sendo que reconhece, como não poderia deixar de o fazer, que cometeu erros, os quais nunca o foram de forma intencional;

2-No jogo Paços de Ferreira-Benfica, efectuou a arbitragem nos termos e nos modos que todos puderam verificar, sendo que as suas decisões, sempre tomadas no ínfimo momento que possui para decidir, foram de acordo com a análise que efectuou dos respectivos lances;

3-Não é nem nunca foi sócio fundador ou de outra qualidade, da Casa do Benfica de Fafe, que dista apenas umas dezenas de metros do estabelecimento de restauração propriedade do seu pai;

4-Enquanto árbitro, Jorge Ferreira, não é nem e nem pode ser adepto de nenhum clube;

5-Jorge Ferreira repudia de forma veemente todas as declarações prestadas nos órgãos de comunicação social, pelos comentadores que levianamente se referem à sua pessoa, sem o conhecerem e fazendo afirmações falsas, que de forma evidente contribuíram para o episódio do dia de ontem e que podem continuar a contribuir para a degradação do futebol nacional;

6-É momento de “calarem” aqueles que usam os órgãos de comunicação social para nos “brindarem” com os vergonhosos espectáculos de insultos, de falsidades e de poucas vergonhas, que vão transmitindo aos mais jovens sentimentos perversos, que têm que ser combatidos;

7-É também momento, para que os clubes de uma forma séria, digam de uma vez por todas se concordam com o comportamento dos elementos que compõem as suas claques, que recorrentemente ameaçam e tentam coagir, árbitros de futebol, onde Jorge Ferreira se inclui;

8-Relativamente a uns e a outros, Jorge Ferreira, nos próximos dias, conjuntamente com os seus advogados, irá ponderar o comportamento a adoptar, designadamente se vai recorrer à via judicial, para defender a sua integridade física, a sua honra, a sua dignidade e a sua carreira profissional, de que tanto gosta e pela qual diariamente luta;

9-Reafirma a todos que sempre desempenhará as suas funções como árbitro, com o maior zelo e diligência que lhe for possível, e que nunca agirá com o intuito de prejudicar qualquer que seja o clube;

10-Por fim, Jorge Ferreira, acredita que este clima irá naturalmente desanuviar-se, se todos, mas todos os que amam o futebol e o desporto em geral, deixarem de pactuar (mesmo quando o seu clube está em causa), com formas provocatórias e difamatórias, que a ninguém servem.

11-Haja coragem para acabar com a maledicência, que se tem tornado um “vício” sobretudo televisivo. Coloquem gente respeitadora e educada a comentar o futebol, como colocam quando se trata de outros assuntos.